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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Dicas da Mih - Mother’s Day (Lançamentos #4)

E aí, o que você vai fazer domingo?
Ah é... É dia das mães. Temos que passar o dia com nossa rainha.
Mas isso não significa que não podemos ir ao cinema!
Minha dica hoje é pra você levar sua mãezona ao cinema. Sim, e faça o favor de pagar a entrada dela!
Nesta comédia romântica, várias histórias associadas à maternidade se cruzam: Sandy (Jennifer Aniston) é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley (Jason Sudeikis) é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse (Kate Hudson) tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin (Britt Robertson) nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.
Com um histórico de filmes super conhecidos, como Idas e Vindas do Amor, Noite de Ano Novo e A Montanha Enfeitiçada, O Maior Amor do Mundo é dirigido por Garry Marshall, e conta com um elenco de peso: Jennifer Aniston, Julia Roberts, Kate Hudson, Jason Sudeikis. A promessa é de uma Comédia Romântica leve para curtir com a família.


É bem verdade que o filme não recebeu as melhores críticas, acumulando apenas 1,3 estrela pela imprensa. Mesmo assim, eu pretendo assistir, pra poder tirar minhas próprias conclusões. Convido vocês a fazer o mesmo! ;)

LANÇAMENTO: 5 de maio de 2016
Confira a programação dos cinemas mais próximos!

Beijinhos
Até a próxima!

terça-feira, 26 de abril de 2016

500 Dias com Ela

Por Thais Sarmento

500 dias com ela é um filme atípico, possui uma historia agridoce, delicada e bem realista, tratando sobre o nosso tão conhecido e emblemático tema o “amor” de uma forma original e bem real. O filme constrói uma narrativa cheia de flashbacks, e blocos de lembranças muito originais retratando os pensamentos dos personagens de forma criativa sem seguir uma sequência linear.

O filme conta a historia de amor, amizade e desilusão de Tom Hansen interpretado por Joseph Gordon-Levitt um jovem arquiteto que trabalha escrevendo cartões comemorativos e que acaba se apaixonado pela sua colega de trabalho Summer Finn, uma garota super moderna, doce, bem decidida e extremamente desencanada com relação a relacionamentos vivida por Zooey Denschanel, queridinha do cenário Indie e vocalista da banda She and Him. 

A narrativa do filme mostra de forma original o relacionamento que os dois personagens criam com uma perspectiva diferente, pois apresenta um rapaz sonhador e apaixonado em contrapartida uma jovem racional e sem pretensões com relação ao amor. Chocando certos expectadores que não entendem o ponto de vista da personagem Summer que é um contraste da personalidade excessivamente romântica e um pouco imatura de Tom.

Regado à boa musica o filme possui uma trilha sonora impecável, com referências musicais maravilhosas por todo o filme como as bandas The Smiths, Joy Division, The Clash, Regina Specktor, Carla Brune, Hall & Oates e etc.

Se você está procurando um filme com características marcantes, 500 dias com ela é o filme certo para você, pois ele é um romance agridoce que trata sobre pessoas, ideais e o que é prioridade e não uma simples historia de amor, sendo assim o filme faz com que faz com que os espectadores não consigam prever o que vira em seguida, a cada passar dos dias e a cada narração, nos surpreendemos com as atitudes dos personagens e os rumos que a história toma.

Nome original: 500 days of Summer.
Ano de lançamento: 2009
Diretor: Mark Webb.
Gênero: Drama e comédia romântica.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Dicas da Mih - Lançamento #2

Prontos para mais lançamentos?
Hoje preparei especialmente para vocês uma seleção M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!

O primeiro selecionado é de um autor de quem Jane Austen foi super fã! Foi um dos escritores que mais influenciou Austen, seu estilo e sua narrativa. Ele foi o pai do movimento Romantismo. Da Editora Pedrazul, que está trazendo para o Brasil as influências de Austen e aqueles a quem ela amava, apresento a vocês: Pâmela, de Samuel Richardson. Pamela foi considerada ousada para a época e até proibida pela igreja Católica, pelo papa, no Index Librorum Prohibitorum. Entretanto, como sabemos, a Inglaterra é Protestante desde Henrique VIII, século XV, e Pamela foi lançado no século XVIII. Portanto, o livro foi lido por todo leitor da Grã Bretanha. Um estrondoso Best-seller. Para quem gosta de um livro mais quente, à moda literatura contemporânea de época, ei-lo; para quem gosta de um livro histórico, que vai retratar como os ricos, Lords, etc, tratavam uma serva bonita, vai ter uma excelente ideia do costume no século XVIII. Se existia uma serva bela e o Lord se encantava por ela, certamente ela se tornava sua amante ou era abusada mesmo e deixada para trás, engrossando as fileiras dos bordéis em Londres. Interessante lembrar que o século XVIII, em Londres, era repleto deles.

Em plena Inglaterra do século XVIII, um patrão aristocrata se apaixona por uma serva e cria várias situações para forçá-la a se entregar a ele. Ela, contudo, não abre mão de seus valores morais e luta para preservar a sua virtude, o que o deixa mais decidido a conseguir o objeto de seu desejo. Uma atração que pode levar Pamela à ruína.




Lançamento: Abril/2016
Quanto? R$ 58,10
PROMOÇÃO : R$ 49,90 Aproveitem!






O segundo selecionado é o emocionante e pontilhado de detalhes históricos: Os pilares da Terra, que já vendeu mais de 18 milhões de exemplares e conquista novos leitores há mais de vinte anos ao traçar o retrato de uma época turbulenta, marcada por conspirações, violência e o surgimento de uma nova ordem social e cultural. O maior Best-Seller de Ken Follet, está em várias listas de melhores livros de todos os tempos, e mais: Foi adaptado para a TV, com série disponível na Netflix , e está com uma versão para Vídeo Game em desenvolvimento. Sensacional né?!
Na Inglaterra do século XII, Philip, um fervoroso prior, acredita que a missão de vida que Deus lhe designou é erguer uma catedral à altura da grandeza divina. Um dia, o destino o leva a conhecer Tom, um humilde e visionário construtor que partilha o mesmo sonho. Juntos, os dois se propõem a construir um templo gótico digno de entrar para a história. 
No entanto, o país está assolado por sangrentas batalhas pelo trono, deixado vago por Henrique I, e a construção de uma catedral não é prioridade para nenhum dos lados, a não ser quando pode ser usada como peça em um intricado jogo de poder. 
Os pilares da terra conta a saga das pessoas que gravitam em torno da construção da igreja, com seus dramas, fraquezas e desafios.



Lançamento: 15/04/2016
Quanto? R$ 29,99 (disponível apenas em formato Digital) 






Minha última seleção não é apenas literária. Agora quero contar pra vocês um pouquinho do que vai rolar no mundo do cinema! 

Com previsão para 16 de junho de 2016, pela Warner Bros, o livro que mais mexeu comigo estará estreando nas telonas. Com direção de Thea Sharrock, e atuações - brilhantes, por sinal - de Emilia Clarke (nossa eterna Daenerys Targaryen de Game of Thrones) e Sam Clafin (nosso eterno Finnick de Jogos Vorazes), Como Eu Era Antes de Você vem trazendo a emocionante história de Will, um garoto rico e bem-sucedido que sofre um grave acidente que o deixa preso a uma cadeira de rodas. Ele está profundamente depressivo e contrata uma garota, Louisa, do campo para cuidar dele. Ela sempre levou uma vida modesta, com dificuldades financeiras e problemas no trabalho, mas está disposta a provar para Will que ainda existem razões para viver.

Desde já, aviso: Preparem os lencinhos. E meninas, evitem passar maquiagens que não sejam à prova d'água para irem ao cinema, se não vocês ficarão borradinhas!


Gostaram das Dicas da Mih de hoje???
Programem-se e divirtam-se!
Beijinhos *-*

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

"Diga -me se você quer ir pra casa"


Por pura curiosidade sobre como a atriz Keira Knightley cantava no filme “Mesmo se nada der certo” que eu resolvi parar e assistir. E para minha total surpresa eu me vi completamente apaixonada por esse filme, pois afinal de contas, música e drama é sempre uma boa combinação.
“Mesmo se nada der certo” é um daqueles filmes que te surpreendem com uma narrativa envolvente e com grandes atuações. O diretor John Carney que havia feito um ótimo trabalho com “Apenas uma vez” (Once), nos mostra o seu talento ao transformar um tema extremamente usado em algo totalmente original. Com um olhar diferente John consegue apresentar o filme de forma despretensiosa e inovadora fazendo assim com que o espectador fique preso à história do inicio ao fim. O filme que originalmente se chamaria “Can a song save your life?”, fala exatamente sobre isso, retratando as conquistas, as dores, frustrações e alegrias da vida de forma contagiante e motivadora. Mesmo se nada der certo é um filme que comove e inspira os espectadores.


O filme trás um elenco de peso, com personagens fortes e apaixonados pela música. Com Keira Knightley interpretando Gretta, uma compositora talentosa, generosa e que não liga para padrões impostos pela sociedade. Com uma atuação brilhante Keira me surpreendeu muito ao interpretar às músicas no filme com uma voz doce e suave, cantando as músicas muito bem e de forma apaixonante. Mark Ruffalo é Dan um produtor musical falido, divorciado, desiludido e com problemas com álcool, mas que ganha nossa simpatia ao mostrar sua paixão pela música e pelos valores que ela possui na sua vida. No decorrer do filme Dan mostra aos espectadores todo o seu talento como produtor e todo a sua sensibilidade para á musica. 
Adam Levine, vocalista do Maroon 5, interpreta Dave o namorado de Gretta que está nos EUA para sua turnê e que se vê deslumbrado com a vida de artista famoso e esquece um pouco as coisas que realmente importam. Ainda temos o amigo fofo e cantor de rua que está sempre ao lado de Gretta interpretado por James Corden; Violet é a filha de Dan que é uma adolescente precisando de conselhos interpretada por Haille Steinfeld e sua mãe interpretada por Catherine Keener;o filme conta também com a participação de Cee Lo Green que faz o Troublegum, um artista amigo de Dan.


“Mesmo se nada der certo” te ensina boas lições e te mostra que a música é algo universal, com um poder incrível de transformar e unir as pessoas. O filme conta com uma trilha sonora impecável feita por Gregg Alexander, vocalista do New Radicals, que faz para o filme composições suaves voltadas para o folk e o pop, com letras carregadas de significados e com idéias únicas sobre musica. O filme traz também locações tão incríveis de Nova York que te fazem querer pular para dentro da tela da TV e participar de toda aquela diversão.

"Por isso eu gosto de música. Uma cena banal de repente se enche de significado. 
Todas as banalidades, de repente, tornam-se pérolas de beleza e efervescência".

A história do filme é agridoce, com um romantismo leve capaz de mudar o astral de quem assiste, mas o diretor faz desfecho do filme de forma bem simples, celebrando assim o poder da criatividade de forma bem natural e realista.

Título Original: Begin Again.
Título no Brasil: Mesmo se nada der certo
Diretor: John Carney
Distribuidor: Imagem Filmes
Classificação: 12 anos
Duração: 104 minutos


Confira a trilha sonora do filme nesse link (Via Blog Equalize da Leitura).

Por Thais Sarmento

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Um conto no cinema: O curioso caso de Benjamin Button


Lançado em 2008, o filme O curioso caso de Benjamin Button fez sucesso nas telas, tendo sido na época, indicado ao Oscar de melhor ator (Brad Pitt) e vencedor na categoria de melhor direção de arte.

O Filme é uma adaptação do conto de mesmo nome, escrito pelo norte-americano F. Scott Fitzgerald, e publicado pela primeira vez em 1922. Fitzgerald, inspirado em uma observação feita pelo escritor Mark Twain, na qual este lamentava que a melhor parte da vida fosse o início e a pior o fim, deu vida ao personagem Benjamin.

O conto está inserido no livro Seis contos da era do Jazz e outras histórias. Posteriormente, após o lançamento do filme, e devido a seu sucesso, o livro foi relançado com o nome O curioso caso de Benjamin Button e outras histórias da era do Jazz.




Diferente de tudo que se possa imaginar com a chegada de um bebê, o casal Button foi surpreendido no nascimento de seu primeiro e único filho, pois este nascera com aparência de um velho de 70 anos.

Mesmo com tamanha estranheza e indignados com a situação, o casal leva seu filho para casa, que de bebê não tinha nada. O curioso desse caso, não é Benjamin ter nascido como um velho. Após isso esperaria o casal, como lhes disse o médico, que o recém-nascido durasse poucos dias, ou, sendo otimistas, alguns meses. A curiosidade gira em torno do desenvolvimento de Benjamin, que com o passar do tempo começa, pouco a pouco, a rejuvenescer.


Dessa forma, começa uma batalha entres os relógios biológico e cronológico de Benjamin Button, pois a medida que ele rejuvenesce, enfrenta dificuldades inerentes a passar pelas diversas etapas da vida em sentido contrário.

O conto faz uma crítica à sociedade que não vê senão a aparência das pessoas, desconsiderando que além dos padrões, há, dentro de cada ser, sentimentos e histórias que constroem o ser individual que somos.

Na adaptação realizada para o cinema, com assinatura do diretor David Fincher, ocorreram algumas mudanças significativas em relação ao enredo original. No conto, os pais levam Benjamin para casa e veem de perto as mudanças ocorridas no desenvolvimento de seu filho. Já no filme, o pai, importante empresário, sem coragem de apresentar o filho à sociedade, abandona-o em um asilo. Benjamin é criado pela dona do asilo, juntos a outros idosos, e só conhece seu pai biológico muitos anos depois.
No filme Benjamin não percebe que é uma criança, se comporta como os outros velhos do asilo, e só muda de atitude muitos anos depois, quando percebe que seu relógio biológico funciona ao contrário das outras pessoas.

Entretanto, tanto o conto quanto o filme, surpreende-nos quando Benjamin chega a fase infantil, mostrando-nos o valor de uma infância após uma vida de dúvidas e cheia de obstáculos e desafios.
A diferente história de Benjamin Button nos serve como excelente reflexão sobre os valores da vida e a importância de cada fase do desenvolvimento humano. A coragem desse personagem impressiona, pois cada etapa vivida por Button nos ensina o valor das pequenas coisas.